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A importância da Gestão de Transportes nas empresas

 

Fretes - TMS

     A gestão do transporte de carga é uma das principais preocupações da área de logística, primeiramente devido a sua relevância na eficiência operacional e também pelo seu impacto expressivo no custo logístico.

     Desde 2005, a atividade representa mais da metade dos gastos com logística nas empresas, com forte ênfase na etapa distribuição. Em média as empresas gastam em torno de 13-15% de suas receitas líquidas com os custos logísticos, sendo que 62% deste total se referem aos custos de transportes.

gestão de fretes 2

     Na busca incessante pela maior competitividade, é fundamental que haja uma gestão eficiente. E é nessa etapa que surge a primeira questão: Como realizar uma gestão eficiente em um processo que envolve diversos elos da cadeia logística, fluxo intenso de informações e documentos, e ainda demanda uma série de controles?

     Investir na gestão do transporte de carga com o uso de tecnologia específica, tem sido o caminho mais curto e eficaz para as empresas melhorarem a sua eficiência logística junto a fornecedores e clientes; além de obviamente buscarem uma redução nos custos operacionais.

Alguns aspectos relevantes sobre a gestão de transportes

 

     A gestão dos custos logísticos parece sempre uma tarefa árdua e complexa. Realmente a tarefa não é fácil, mesmo quando o volume de movimentação de cargas é pequeno. No entanto, mesmo em operações pequenas, há que se ter cuidado com os mínimos detalhes logísticos, desde o planejamento das operações e escolha do modelo de execução (próprio ou terceirizado), até os processos de controle e gestão. Todo este planejamento pode evitar erros e custos desnecessários.

 Entendendo os fretes

    

     Inicialmente deve-se separar os fretes pela etapa onde os mesmos acontecem. É importante separar o frete vinculado a compra de materiais e matérias-primas, do frete de transferência e entrega do produto acabado. Essa separação é necessária uma vez que ela determina em que etapa do negócio esse custo é apropriado. Os fretes relacionados às compras de materiais e matérias-primas são apropriados ao custo do produto a ser produzido. Já os fretes relacionados à transferência e entrega dos produtos acabados (distribuição) são apropriados ao custo da venda dos produtos. Para uma gestão eficaz, é fundamental que estas contas sejam separadas e tratadas distintamente.

     Após esta separação, passa-se a segunda fase que é o entendimento dos fretes recorrentes ou não (rotas que se repetem com frequência), dos volumes de fluxo de carga transportados, rotas frequentes, custos acessórios (pedágios, custo com carga e descarga, etc). Com base nessas informações, podemos definir qual o modelo adequado de transporte e consequentemente qual a solução ideal para executá-lo (transporte próprio ou terceirizado).

 

Tecnologia na gestão de fretes

    Mesmo nas operações de pequeno porte, o volume de informação e documentos transacionados diariamente exige que sejam estabelecidos uma série de processos e controles. Qualquer falha no fluxo de informação ou documentação, pode acarretar em graves prejuízos, sejam eles operacionais ou até no atendimento à legislação vigente.

     Um dos maiores desafios é garantir que “o que foi contratado, foi executado nas condições contratadas e pago segundo as mesmas condições”. Mesmo que as empresas utilizem sistemas ERP para gestão de seus negócios, a grande maioria não possui uma ferramenta adequada à gestão dos custos de transportes; o que resulta em uma série de atividades de controle e conferência que são feitos manualmente, e em grande maioria apoiadas exclusivamente por planilhas.

     É nesta etapa que percebe-se a necessidade do uso de ferramentas abrangentes e integrativas, que acompanhem todo o processo desde a contratação do serviço de transporte, passando pela execução do mesmo até a conferência e pagamento do serviço.

 

Conclusão

 

     As soluções de TMS (Transportation Management System) são atualmente tão necessárias quanto os próprios sistemas ERP. Devido a relevância dos custos de transporte no resultado das empresas, não há como correr riscos de falhas nesse processo pela falta de uma ferramenta eficiente.

     Como ferramentas integradas, o TMS permite o fluxo de informação entre as áreas internas da empresa e seus fornecedores e clientes, estabelecendo uma cadeia com alta visibilidade. Através dela, estabelece-se o fluxo de informações e documentos facilitando a comunicação das áreas internas da empresa com transportadoras, despachantes, traders, clientes, fornecedores, etc.

     Em um mercado cada dia mais competitivo, informação é dinheiro. Quem tem a melhor informação está mais próximo do sucesso.

Gridnet Tecnologia – Andréa Ramos – 08/06/2017

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SaaS na Logística

Mudança cultural de TI também neste segmento

SaaS

Muito se ouve falar sobre a gestão de estoques e em como e com quais ferramentas tal gestão deve ser feita.

A utilização de sistemas de computadores tem sido de grande ajuda para que as organizações consigam fazer com que seus estoques tenham um controle de forma ideal, correta e principalmente, precisa.

     Software as a Service (SaaS) tem se tornado um dos modelos de prestação de serviço de tecnologia da informação que mais crescem, principalmente porque oferece às empresas uma alternativa mais barata do que os softwares tradicionais. Antes do surgimento do SaaS, as empresas não tinham outra opção senão hospedar seus softwares em suas próprias infraestruturas, em seus servidores, o que gerava altos gastos com software, hardware e manutenção de ambos.

Com a chegada do SaaS, as empresas podem pagar não para ter o software em si, mas para utilizá-lo, ou seja, é possível ter um software implementado como serviço hospedado, acessado pela Internet; o que poupa custos com infraestrutura e manutenção própria. É um novo modelo de delivery de funcionalidade de software que está se transformando em nova tendência de mercado: vender serviços de um sistema ao invés de vender o próprio sistema. A fabricante do software oferece manutenção, operação técnica diária e suporte ao software fornecido.

O mercado de SaaS cresce a cada dia e automaticamente as discussões sobre o assunto aumentam as polêmicas. Perguntas como: “Será que realmente vale a pena investir em SaaS?”, “O que eu posso perder?”, “Qual a principal diferença?” e “O que muda?”, não somem da lista de dúvidas das empresas que têm a intenção de utilizar um software para auxílio na gestão.

 

Referencial Teórico

O SaaS como conceito, é quase sempre associado aos ASPs (Application Service Providers) da década de 90. De certa forma, tentativas iniciais de software entregues pela Internet como essa eram mais parecidas com os aplicativos tradicionais on-premise (instalados no local) do que com os aplicativos SaaS que conhecemos hoje. Originalmente construídos para serem aplicativos de um único inquilino, a capacidade dos ASPs de compartilhar dados e processos com outros aplicativos era limitada e a tendência desses produtos era a de oferecer poucos benefícios econômicos em relação aos seus similares instalados no local.

SaaS é uma forma de distribuição e comercialização de software. No modelo SaaS o fornecedor do software se responsabiliza por toda a estrutura necessária para a disponibilização do sistema (servidores, conectividade, cuidados com segurança da informação) e o cliente utiliza o software via internet, pagando um valor recorrente pelo uso.

As principais características do SaaS são: disponibilidade e manutenção por meio da Internet, centralização e padronização do software e modelos de entrega em escala que envolvem diminuição do preço e gerenciamento. Envolve também conceitos de arquitetura (funcionamento, desempenho, segurança).

Não é necessariamente a tecnologia utilizada que determina o modelo. O software utilizado pode ser 100% web (utilizado via browser) ou pode ter alguma instalação local (como anti-vírus ou sistemas de backup). A característica principal é a não aquisição das licenças (mas sim pagar pelo uso como um “serviço”) e a responsabilidade do fornecedor pela disponibilização do sistema em produção.

O modelo SaaS traz inúmeras vantagens técnicas e comerciais para o mercado. Esta, sem dúvida, é uma das únicas certezas unânimes de todos do ecossistema envolvido: Softwares com alta disponibilidade, zero logística (trazendo rapidez no atendimento, na entrega e na utilização), oportunidade de agregar valor aos serviços prestados, redução do departamento técnico da empresa e oportunidade de uso ampliado aos mercados.

Atualmente, espera-se que os aplicativos SaaS aproveitem os benefícios da centralização com uma arquitetura de instância única, para vários inquilinos, e para oferecer uma experiência rica em recursos, que compete com os aplicativos on-premise de mesmo tipo.

Como funciona o SaaS

 

Basicamente, o provedor hospeda um aplicativo de modo centralizado e disponibiliza o acesso a vários clientes, pela Internet, em troca de uma taxa. Na prática, entretanto, as características marcantes entre um aplicativo instalado no local do cliente e um aplicativo SaaS não são binárias, mas gradativas ao longo de três dimensões diferentes: como é licenciado, onde está localizado e como é gerenciado.

Licenciamento: Em geral, os aplicativos instalados no local são licenciados definitivamente, com pagamento único relativo a cada usuário ou local. Os aplicativos SaaS são licenciados, quase sempre, de acordo com um modelo de transação baseado no uso: cobra-se do cliente apenas as transações de serviço usadas. Existe também o modelo familiar da assinatura cuja base é o tempo: o cliente paga uma taxa fixa, por estação, por um determinado período (por exemplo: mensal ou trimestral), durante o qual terá direito ao uso ilimitado do serviço.

 

Local: Os aplicativos SaaS são instalados no local do hoster (servidor central) do SaaS, enquanto os aplicativos on-premise são instalados no seu próprio ambiente de TI. Entre esses dois pontos existem o modelo ‘aparelho': o fornecedor vende um componente de hardware/software como uma “caixa preta”, instalada no local do cliente e não do vendedor. Um exemplo de aparelho, nesse sentido, seria um dispositivo que contivesse um aplicativo de logística, com um banco de dados em cache, atualizado periodicamente. Uma empresa de transporte poderia fornecer esse dispositivo aos seus consumidores de grande porte para que pudessem fazer consultas sobre informações de transporte, em lugar de acessar os servidores da empresa com milhares de consultas individuais por dia.

 

Gerenciamento: Tradicionalmente, o departamento de TI é responsável por prestar serviços de TI aos usuários, ou seja, deve estar familiarizado com redes, servidores e plataformas de aplicativos, dar suporte e fazer diagnóstico de falhas, e ainda resolver problemas de TI relativos à segurança, confiabilidade, ao desempenho e à disponibilidade. Isso representa um grande volume de trabalho e alguns departamentos de TI delegam algumas dessas responsabilidades a terceiros, prestadores de serviços especializados em gerenciamento de TI. Os aplicativos SaaS são completamente gerenciados pelo fornecedor ou pelo hoster do SaaS. Com o SaaS, o trabalho de implantar um aplicativo e mantê-lo em funcionamento no dia-a-dia ficará sob a responsabilidade do provedor.

Então, SaaS é aplicável à Logística?

 

A resposta é sim, tanto que várias empresas já estão utilizando – principalmente nos produtos WMS e TMS – pois tecnologicamente falando, as empresas de logística são como todas as outras de mercado, que necessitam softwares confiáveis e com auto valor agregado ao cliente, mas que não deixem de ser financeiramente atrativos. Este novo modelo de delivery de software está se transformando na tendência de mercado, e como atualmente a logística está se tornando cada vez mais indispensável, será um complemento e tanto para prover a satisfação do cliente e inovação tecnológica. Várias empresas já quebraram a barreira cultural de não ter “em suas mãos” o software, e consequentemente estão ganhando com tal posicionamento, uma vez que junto com o SaaS estão atrelados: mobilidade, baixos custos, atualização contínua, backups automáticos, maior performance e disponibilidade, suporte técnico etc.

Logo não há dúvidas em dizer que SaaS chegou para ficar na logística.

 

Gridnet Tecnologia – Pedro Neves – 29/05/2017

 

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Terceirização de Tecnologia em Logística

  tecnologia pra gestão

A crise econômica e política afetou os resultados de todos os segmentos nacionais e freou muitas iniciativas de investimento nos últimos 2 anos. O mercado de tecnologia não ficou de fora desse movimento.

     Apesar de sofrer com a retração dos investimentos, os especialistas do setor apostam em uma grande mudança nesse comportamento, como relata Patrick Burnson, da Supply Chain Management Review. Ele pondera que os fabricantes precisam aumentar a produção sem aumentar os custos gerais e a terceirização de tecnologia continua sendo o caminho mais fácil. O custo de desenvolvimento interno das soluções de tecnologia e a lista de demandas acumuladas dos departamentos de TI das grandes empresas, muitas vezes inviabilizam o desenvolvimento de soluções in house, por não se atingir custos e prazos competitivos.

     Então surge a questão: quais os principais motivos para que a terceirização da tecnologia seja a medida adequada?

     Alguns aspectos tendem a incentivar ainda mais esse comportamento nos próximos anos:

a) Expertise técnica gera competitividade. Provedores de tecnologia logística contam com um largo expertise no setor, e trazem a experiência de inúmeros segmentos através das operações de seus clientes. Essa expertise gera competitividade, principalmente quando aliada ao fato de que esses provedores estão constantemente atualizados quanto à legislação internacional e mudanças do mercado.

 b) Informação precisa e disponível significa valor. Com a intensificação do fluxo de informação e o aumento do volume de dados que circula no supply chain, as soluções de Big Data tem se tornado um diferencial competitivo para as empresas. Quem lida melhor com grandes volumes de informação, mantendo integridade de dados e fazendo-os circular em alta velocidade, será o perfeito aliado dos clientes que convivem com milhões de SKUs e operações cada dia mais complexas ao longo da cadeia logística.

c) Ampla conectividade possibilita maior velocidade de reação. A diversidade de informações que circula na cadeia de supply chain requer conhecimento específico de integração de dados e profissionalismo ao fazê-lo. Com o intenso fluxo de informações através da cadeia de supply chain e a constatação de que “quem melhor se integrar aos demais elos terá maior competitividade”, faz-se notória a necessidade de especialistas para garantir que esse fluxo de informações aconteça.

d) O uso de soluções best-of-breed sem perder a qualidade e agilidade na integração do fluxo de informações. O crescimento do uso de soluções best-of-breed (o melhor da categoria) e a necessidade de integrá-las aos demais softwares utilizados pelos clientes. O mercado tem buscado soluções especialistas para muitas atividades do supply chain. É comum encontrar empresas onde existem soluções específicas para determinadas atividades, tais como TMS (na gestão dos fretes), WMS (na gestão do estoque e armazenagem), CRM (na gestão de relacionamento com clientes), etc. Empresas provedoras de tecnologia detém o knowhow e a experiência de integração de dados, pois fazem isso todos os dias em seus clientes. Isso possibilita ao cliente ter a melhor solução da categoria para cada atividade e não ficar dependente de soluções completas de um provedor de tecnologia que não seja o especialista naquela atividade específica.

 e) A competitividade da solução SaaS. Reduzir o Capex em atividades que não são o core business tem sido uma busca intensa das empresas. Por conta disso, quando o assunto é tecnologia, a oferta de outsourcing SaaS (software as a service) tem contribuído bastante nesse aspecto. Nessa solução, a responsabilidade de manter o software disponível (incluindo a disponibilização de hardware, manutenção, etc) é do provedor de tecnologia e o cliente fica livre de ter que investir em hardware, equipe especialista, etc.

f) Fornecedores de TI especialistas em logística desoneram o cliente. O custo de gestão interna de sistemas muitas vezes tem sido um fator que inviabiliza o investimento em novas tecnologias. Pela falta de especialização na solução, as equipes internas de TI acabam tendo que lidar com uma curva de aprendizado longa e um custo associado bastante representativo. A partir do momento que o conceito SaaS se difunde, essas barreiras caem, pois o especialista passa a assumir também a gestão do sistema. Ao invés de comprar um software, o cliente compra uma solução. Isso faz toda a diferença técnica e em relação a custos.

g) Gestão externa da tecnologia possibilita maior acesso às inovações do mercado. Os provedores de tecnologia constroem e vivenciam soluções inovadoras diariamente junto a seus clientes. Essa experiência os habilita a ofertar soluções cada vez mais elaboradas ao mercado, sempre atualizadas com o que há de melhores práticas.

h) Fornecedores de tecnologia podem captar oportunidades de alavancar o uso de tecnologia móvel e otimizar processos internos de seus clientes. Como o crescente uso de tecnologia móvel, os trabalhadores passaram a ter acesso a diversos dispositivos portáteis para auxiliá-los em inúmeras tarefas. Um bom provedor de soluções de tecnologia pode alavancar esse uso e otimizar tarefas a partir da integração entre elas.

i) Soluções “em nuvem” reduzem riscos e custos com segurança cibernética. Não podemos deixar de mencionar a importância em garantir o cybersecurity nos processos de terceirização de tecnologia logística. Bons provedores de tecnologia possuem conhecimento necessário para garantir que os sistemas cumpram os critérios rigorosos de segurança de informação.

j) A preocupação com a escalabilidade das soluções. Fabricantes tem facilidade em escalar rapidamente suas soluções e estar prontos para atender o crescimento do fluxo de informação gerado por seus clientes.

     Sendo assim, percebemos que a terceirização das soluções de tecnologia em logística tem se mostrado um caminho definitivo. A otimização do supply chain, em qualquer segmento de mercado, passa pelo desafio da integração de dados e do eficiente fluxo de informação ao longo da cadeia. Não há como direcionar os esforços das empresas para uma atividade que claramente não compõe seu core business. O desafio agora é escolher quem serão os provedores de tecnologia adequados a sua necessidade. O diferencial estará na escolha da solução correta para cada elo do supply chain.

Gridnet Tecnologia – Andréa Ramos – 16/05/2017

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O uso de Tecnologia Inteligente no Supply Chain

     Com o uso cada vez mais constante da tecnologia e o fácil acesso a mesma, o Supply Chain moderno vem se transformando em uma cadeia de suprimentos verdadeiramente digital.

      A tecnologia tem sido uma aliada de peso nas rotinas de Supply, desde a captação de dados, análises e troca de informações ao longo da cadeia. Através dela, processos ficam mais transparentes e velozes, requisitos de compliance são atendidos e há uma maior visibilidade e otimização das operações. Também fica possível a troca de grandes massas de informação em tempo real, permitindo a interferência imediata e maximização de resultados.

     Desta forma, é fundamental que as empresas compreendam como tais teconologias podem contribuir para seus negócios e qual a maneira adequada de implantá-las.

 Rede de Supply

Implantação de Tecnologia no Supply Chain

     Apesar do uso de tecnologia ser cada dia mais frequente nas operações logísticas, é comum se deparar com o receio de algumas empresas em adotar tais ferramentas. O medo de “parar a operação” por conta de falha da tecnologia e a questão da segurança da informação são os mais comuns.

     É importante ressaltar que, para evitar que estas situações aconteçam, é fundamental que seja feito um amplo e completo planejamento para implantação da tecnologia.

     Para que sejam extraídos os maiores ganhos, o modelo ideal seria a adoção da tecnologia em todos os elos da cadeia, desde a previsão de demanda e gestão do inbound até a gestão do outbound e pós venda.  No entanto, como isso pode em muitos casos parecer um investimento alto, não há impedimento para que cada etapa da cadeia seja coberta por uma solução tecnológica específica, desde que seja garantida a integração de dados com as demais fontes de informação.

     Outro ponto que é importante ressaltar é que não se faz necessário a adoção de uma tecnologia única, de um mesmo fornecedor, para todas as etapas da cadeia. O conceito best-of-breed (melhor solução da categoria), que iremos explorar em outro artigo, tem sido amplamente utilizado e com grande sucesso. Muitas empresas de tecnologia se especializaram em determinadas etapas do Supply Chain e possuem soluções excelentes e perfeitamente integráveis com os demais softwares de gestão.

     Durante o processo de seleção da tecnologia a ser adotada, vale dar atenção especial ao método de coleta de dados. As opções de mercado são diversas (bluetooth, RFID, etc) e com custos para todos os tipos de público.

     Outra barreira que foi vencida foi a antiga necessidade de investir em servidores para suportar o uso de uma nova tecnologia. Com o avanço dos modelos de atendimento, muitas empresas oferecem o conceito SaaS (software as a service), que transfere para o prestador de serviço a responsabilidade de suportar e manter a tecnologia disponível. Isso tem significado uma redução expressiva nos custos destas soluções, e tem permitido a adesão de muitas empresas a soluções intuitivas, adaptáveis e inteligentes.

Principais benefícios das Tecnologias Inteligentes no Supply Chain

     Considerando que a cadeia de suprimentos tem um altíssimo fluxo de informações, com diversas origens e destinos, aliada a necessidade da disponibilidade imediata destes dados; isso faz com que o uso de tecnologias inteligentes seja cada vez mais frequente. Isso ocorre porque estas soluções tecnológicas tem o poder de otimizar o Supply Chain onde a ação unicamente humana não é capaz de fazê-lo.

     Por exemplo, as tecnologias inteligentes podem ser utilizadas para reduzir o tempo gasto com atividades de transferência de informação entre áreas, garantir a precisão em processos de conferência de dados e monitoramento de atividades. Com isso, pode-se fazer mais, melhor e com menos tempo dedicado à atividade.

     Outro fato relevante é a possibilidade de integração de informação ao longo da cadeia de suprimentos. Com a concorrência cada vez maior entre as empresas e a necessidade crescente de ter informação disponível de maneira imediata, a tecnologia entra como facilitador desse processo, transferindo informações com velocidade e integridade entre os elos da cadeia de suprimentos.

     Da mesma forma que a tecnologia viabiliza a troca de informações intercompany, ela também permite que seja feita gestão imediata dos indicadores de desempenho, identificando tendências, falhas e oportunidades.

Conclusão

     Pensar sobre a implantação de novas tecnologias de Supply Chain em sua empresa pode parecer desafiador e até mesmo gerar muitos receios, mas deve-se lembrar que os custos das perdas efetivas e potenciais devido a falta de uma tecnologia adequada podem facilmente superar os custos de investimento.

     Em última análise devemos pensar que o mercado já habita em uma realidade digital, que vem colhendo os benefícios destas tecnologias e exigindo a inserção de todos os players nesse cenário.

Gridnet Tecnologia – Andréa Ramos – 05/05/2017

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Lotus Ferramentas Profissionais – A análise da Gerência de Logística pós implantação do OpenWMS

Case03

“Na nova era logística em que vivemos integrados à TI, muitos softwares com custo elevado, complexidade e dificuldades de integração, nos fazem desistir de uma implantação.

O OpenWMS nos provou o seu diferencial, em todas as fases consideráveis, desde o custo de implantação até seus resultados. Nos surpreendeu na facilidade, treinamento e eficiência das operações, aferindo o estoque de maneira segura e concreta. Obrigado equipe OpenWMS pelas melhorias nos processos Lotus! Desejamos sucesso contínuo a este produto.”

Thiago Candeia
Gerente de Logística
Lotus Ferramentas Profissionais

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OpenWMS – Mudanças para melhor.

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As melhorias do armazém do CEASA fizeram a diferença.

A primeira implantação do OpenWMS foi no modelo SaaS (Software as a Service), para atender o contrato de armazenagem e logística da HomeBread com a Secretaria da Educação da cidade do Rio de Janeiro. 

A segunda implantação do OpenWMS na HomeBread foi no CD-CENTRAL da empresa, para controlar estoque e operações logísticas dos alimentos para distribuição para os pontos de venda.

Os ganhos operacionais e gerenciais com o uso do OpenWMS estão sendo muito consideráveis, desde a chegada, armazenagem e expedição das cargas. A performance e a segurança operacional mudaram para melhor.

Marcelo Andrade

Gerente de TI

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TERMINAL INTEGRADOR – Santa Luzia busca maior integração com seus clientes

Case01Trabalho de codificação dos produtos gera mais eficiência, qualidade e ganho de produção, tanto para a VLI quanto para seus clientes.     

Uma das palavras de ordem da VLI, presente até mesmo em seu nome, é Integração. Com esse objetivo em mente, a equipe de TI (Tecnologia da Informação) atendendo ao Terminal Integrador Santa Luzia, no corredor Minas-Bahia, acaba de concluir uma importante etapa na busca de soluções integradas: a implantação do sistema OpenWMS. 

Quem explica é Rafhael Batista Soares, técnico especializado de produção. “A unidade de Santa Luzia é um dos dois únicos terminais siderúrgicos da companhia, ao lado do Terminal Integrador Ouro Preto, no corredor Centro-Leste. Santa Luzia possui uma particularidade: cada produto estocado possui uma identidade única. O OpenWMS vem para organizar estes itens, dando a agilidade e precisão necessária ao nosso negócio”, analisa o empregado, ligado à área de TI. 

A unidade carrega produtos de três clientes: Usiminas, ArcelorMittal e APERAM. O OpenWMS permite que o sistema de operação da VLI ‘converse’ com os sistemas destes clientes. Isso representa uma maior garantia para todos os envolvidos de que o que está sendo carregado é exatamente aquilo que foi solicitado pelo cliente. No caso da Usiminas, esta ‘conversa’ já está em pleno funcionamento há aproximadamente três meses. No caso da Arcelor, a previsão é de que a implementação ocorra até o final do 1o trimestre de 2015. E, para a APERAM, até o final do 1o semestre de 2015. 

De acordo com o gerente do Terminal Integrador Santa Luzia, André Reis, com a implantação do OpenWMS, a VLI pode oferecer um serviço diferenciado para a Usiminas, já que o sistema tem várias funcionalidades, como o endereçamento vertical e horizontal na operação de CG (chapa grossa), que permite a localização do produto no estoque, além da automatização da emissão da Nota Fiscal do cliente, ” emitida sem a necessidade de intervenção do faturista, com redução do tempo de espera dos motoristas em mais de uma hora”.
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Air Cargo May Become Short-term Solution for Some Shippers Soon

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Looking back at 2014

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Successful Recertification According to ISO 14001 and 22000

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